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fotografia #3

por cineteratura100mg, em 30.04.14

  

Fotografia de Sebastião Salgado

 

 

 

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livros #2

por cineteratura100mg, em 29.04.14

 

A Grande Arte, de Rubem Fonseca.

 

Foi nas Correntes d'Escrita, em 2012, que ouvi falar de Rubem Fonseca pela primeira vez. Ele foi nesse ano o vencedor do Prémio Casino da Póvoa, atribuido no âmbito das Correntes d'Escrita, com a obra Bufo e Spallanzani. Eu não o cheguei a ver porque nessa noite ele tinha ido dormir cedo. Na verdade compreende-se, Rubem Fonseca tem agora 89 anos. No entanto e apesar da ausência muito se falou nele. O Valter Hugo Mãe falou dele de forma sentida e apaixonada e outros lhe seguiram o exemplo. Fiquei muito curiosa com a obra deste senhor, mas só agora me foi possível ler algo dele. Claro que já o poderia ter feito antes, mas quem gosta de ler sabe que por vezes aldrabamos a sequência de livros a ler. Pelo menos comigo é assim. Faço listas com dez títulos e rapidamente passam a ter cem, porque vejo sugestões aqui e ali, vou à biblioteca ou acabo por encontrar alguma pechincha e a ordem das prioridades descamba.

 

A Grande Arte é um livro duro, diria mesmo bruto. Erótico ou até mesmo pornográfico pela clareza dos termos e das imagens que nos leva a imaginar. É um livro para pensar. Talvez a maior dureza do livro seja essa. Faz-nos pensar na condição humana, nos valores ou na falta deles, nas consequências dos nossos actos, na dicotomia entre o pensar e o fazer. Um policial cheio de ritmo, muito pouco hollywoodesco já aviso, mas muito real.

 

Confesso que passei a maior parte da leitura a imaginar o senhor muito velhinho e com ar de avô a escrever termos menos próprios e a pensar que diferentes podem ser as pessoas entre si. E mais ainda se viveram em lugares diferentes, em épocas diferentes com pessoas tão diferentes entre si. E sobre a beleza intrinseca a isso.

 

Eu aconselho Rubem Fonseca. 

 

 

 

 

Sinopse da Wook
«O assassinato de duas prostitutas, no Rio de Janeiro, que, de início, parece obra de um maníaco sexual, abre uma caixa de Pandora de onde vão brotando, no decorrer de uma ação trepidante, as complexas ramificações de um tenebroso sindicato do crime. A história passa-se em boîtes e bares sórdidos, em sumptuosas mansões do Rio, em vilarejos da fronteira entre a Bolívia e o Brasil, onde reinam a cocaína e o crime, bem como na interminável viagem de um comboio que percorre metade do Brasil com couchettes que rangem sob o peso de casais fazendo sexo.» Do posfácio de Mario Vargas Llosa

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música #5

por cineteratura100mg, em 26.04.14
Belle & Sebastian



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fotografia #2

por cineteratura100mg, em 24.04.14

 

Fotografia de Alfredo Cunha

 

 

 

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música #4

por cineteratura100mg, em 22.04.14

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filme #2

por cineteratura100mg, em 19.04.14
A Rapariga que roubava Livros


Nem sempre vejo os filmes que tiveram origem em livros. A explicação para essa minha atitude é que na maioria das vezes o meu imaginário é demasiado diferente do imaginário do realizador e acabo por me desiludir. Quando leio um livro vou construindo imagens, algumas em movimento como num filme, daquilo que vou lendo. Se gosto do que leio fica-me para sempre um gostinho especial cá dento. Fica um carinho especial pelo livro e pelas memórias que me ajudou a construir. Muitas tenho vontade de conhecer as personagens e os lugares, verdadeiros ou inventados, onde se passa a acção. Basicamente é como se eu mesmo tivesse estado presente na história, dentro do livro, tu cá, tu lá, com as personagens.


Neste caso em especifico, resultaram imagens muito fortes da leitura. Mesmo à distância de muitos meses que separaram a leitura do visionamento do filme, as imagens estavam em mim ainda muito nítidas. Por isso quando vi o filme, que até gostei, senti-me ligeiramente defraudada porque estava à espera de uma outra coisa. Não necessariamente melhor ou pior, simplesmente diferente.  É o correr o risco. Corri e correu medianamente bem.


Quando ao filme, gostei que houvesse algum respeito pela narrativa e também dos actores de grande qualidade que foram convidados a integrar o elenco. Nada a apontar. Talvez eu não tivesse posto a personagem principal tão bonita, mas isto sou eu que associo este período de guerra ao frio, ao pó, à sombra e ao negro. 



Um filme de Brian Percival



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música #3

por cineteratura100mg, em 17.04.14

Nouvelle Vague

 

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fotografia #1

por cineteratura100mg, em 16.04.14

 

Fotografia de Daniel Rodrigues

 

Prémio World Press Photo 2013

 

 

 

 

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filme #1

por cineteratura100mg, em 15.04.14

Como não estava a conseguir escolher facilmente (e rápidamente) o primeiro filme para postar, decidi fazer uma lista de filmes que vi nos últimos anos recorrendo apenas à memória. Já vou no filme 172º, and counting... Não consegui ultrapassar a dificuldade com este método, asim resolvi pôr já em prática uma ideia que em tempos me pareceu de explorar. Assim, vou postar filmes inspirados em livros de que gostei. Tenciono fazer agora uma série de cinco e depois, mais tarde voltar ao tema.

 

Para começar: The unbearable lightness of being  - A insustentável Leveza do Ser

 

Um filme de Philip Kaufman

 

 

 

 

 

 

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música #2

por cineteratura100mg, em 14.04.14

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